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Portugal não tinha de comunicar furto de Tancos à NATO

PAULO CUNHA/epa

A Aliança Atlântica não exige que os estados-membros comuniquem casos de material roubado. Portugal preferiu fazê-lo

O furto nos paióis de Tancos levou Portugal a partilhar informação sobre o caso através de vários canais, incluindo militares, diplomáticos e de cooperação judiciária. A NATO também foi informada da dimensão do roubo, apesar de as regras da organização não incluírem esta obrigação.

"Os países não têm a obrigação legal de reportar a qualquer instituição internacional o roubo de material das instalações (militares nacionais)", disse ao Expresso fonte oficial da Aliança Atlântica. A base militar de Tancos é da exclusiva jurisdição de Portugal e, por isso, a mesma fonte adianta que cabe ao país "investigar os casos de material roubado destas instalações e determinar como pretende que sejam recuperados".

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