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Miguel Cadete

Miguel Cadete

Diretor-Adjunto

Super Bock Super Rock: no meio, por vezes, também está a virtude

rita carmo

Ainda hoje tendemos a tratar os festivais de música indiferenciadamente. Não é bem assim e cada vez mais se notam as diferenças

De que falamos quando falamos de festivais? Caímos facilmente na tendência de considerar que é tudo a mesma coisa, desde o arraial popular travestido de festival até aos maiores eventos à escala planetária. É um erro. Ainda que, há vinte anos, quando os festivais de verão começaram a realizar-se de forma regular em Portugal, tudo parecesse a mesma coisa, tudo fosse igual. Hoje já não é assim. E mesmo entre os Sete Grandes – Rock in Rio, NOS Alive, MEO SW, SBSR, MEO Marés Vivas, NOS Primavera Sound e Vodafone Paredes de Coura – aquilo que os separa é cada vez mais evidente.

Não falo tanto do género musical que cada um dos festivais privilegia mas sim da dimensão que cada um atingiu e dos objetivos a que se propõe. Quero dizer, ao longo destes vinte anos, ficou claro que a capacidade de atrair público, não só para o recinto em que decorre o evento mas também através dos media, é distinta. Desde meados dos anos 1990 ergueu-se uma pirâmide que hierarquiza os maiores festivais de verão e o impacto que por estes dias eles têm na sociedade.

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  • Os desejados

    Donos de um percurso de respeito cujo início remonta à primeira metade dos anos 80, os californianos Red Hot Chili Peppers – que nunca deixaram de habitar a cúpula do rock – são o nome maior da primeira noite do Super Bock Super Rock, que arranca esta quinta-feira no Parque das Nações, em Lisboa. Sobem ao palco da MEO Arena já depois da meia-noite - e se for tão bom como na última vez, é melhor ir lá