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“O meu descanso é o trabalho, o meu prazer é investir”: Américo Amorim por Nicolau Santos

Tinha 82 anos, faltavam-lhe poucos dias para os 83. Morreu esta quinta-feira Américo Amorim e Nicolau Santos explica o que distinguia e caracterizava um homem extremamente exigente que deixa a maior fortuna do país. E Nicolau Santos começa precisamente por aí: é fácil pensar em Américo Amorim como o homem mais rico de Portugal, mas o dinheiro não é o ponto de chegada desta história

Nicolau Santos

Nicolau Santos

Diretor-Adjunto

Américo Amorim, que morreu esta quinta-feira na sequência de problemas cardíacos que o afectavam desde 2016, há de ser sempre referido como a pessoa mais rica de Portugal, mas não era isso que o fazia mover e sim o prazer de trabalhar e de investir.

Era efetivamente um trabalhador inveterado, que entrava muito cedo na sede da Corticeira Amorim em Mozelos, em Santa Maria da Feira, e saía normalmente a horas tardias, sendo extremamente exigente com os seus colaboradores mais próximos. Contudo, ao contrário do que se possa pensar por ter mantido sempre a sua base profissional sempre no norte do país, Amorim adorava viajar e isso era para ele indispensável, como forma de descobrir novas oportunidades de negócio.

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