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Quatro bombas, seis protagonistas, uma análise

Donald Trump Jr. está no centro da mais recente polémica de relações entre o seu pai e o Kremlin

Foto Chip Somodevilla/Getty Images

Em quatro artigos distintos, o “New York Times” revelou que o filho mais velho do Presidente aceitou encontrar-se com uma advogada do governo russo sabendo que este queria “ajudar” o seu pai a vencer as presidenciais. Trump Jr. quis adiantar-se ao jornal na divulgação dos emails que trocou com um intermediário para marcar esse encontro, mas acabou a incriminar-se

Depois de uma série de comunicados contraditórios a defender-se das primeiras notícias do “New York Times”, Donald Trump Jr. surpreendeu muita gente quando na terça-feira decidiu adiantar-se ao jornal e publicar ele a cadeia de emails que trocou com Rob Goldstone, um publicitário britânico ligado à indústria musical russa, para marcar um encontro com uma advogada ligada ao Kremlin em junho de 2016.

Essa troca de emails, ditam vários especialistas, é a primeira prova concreta de que o governo russo e a equipa do agora Presidente norte-americano colaboraram para impedir a vitória de Hillary Clinton nas presidenciais. Com a decisão de divulgar as mensagens, o filho mais velho de Donald Trump achou que estava a defender-se mas acabou a incriminar-se. O que os emails demonstram é que aceitou reunir-se com uma representante de Putin após o intermediário lhe ter garantido que esta tinha informações “prejudiciais” para a candidata democrata e que Moscovo queria entregar-lhas para “ajudar” Trump a ser eleito.

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