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Remodelação atrapalha mas não faz derrapar Orçamento

Fernando Rocha Andrade já tinha sido subsecretário de Estado na pasta da Administração Interna quando António Costa foi ministro, entre 2005 e 2007

Foto Alberto Frias

Substituição de Rocha Andrade, que se demitiu na sequência do Galpgate, é a peça mais sensível, mas já há nomes de possíveis sucessores, como o de Guilherme d‘Oliveira Martins

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

A substituição do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, deverá ser a mais delicada num momento em que já estão em curso as negociações entre Governo e partidos de esquerda para o Orçamento do Estado de 2018. A parte fiscal ainda não está fechada e aqui se centram muitas das reivindicações de Jerónimo de Sousa e Catarina Martins, como a revisão de escalões de IRS, subida de imposto sobre as mais valias, etc.

Entre os socialistas, as expectativas recaem, para já, sobre dois nomes: Guilherme d’Oliveira Martins e Carlos Lobo. O primeiro é atualmente secretário de Estado das Infraestruturas, doutorado em Finanças Públicas e já foi consultor de dois secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo e Sérgio Vasques. O segundo foi secretário de Estado no primeiro Governo de José Sócrates.

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