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Há uma história da pop que se conta assim

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Dave Gahan, Martin Gore e Andy Fletcher – os três do costume – regressam a Algés para encerrar o palco maior do NOS Alive (às 22h15), este sábado. Ao último dia do festival, trazem os êxitos de 37 anos de carreira e as novidades de “Spirit”, o melhor álbum da banda inglesa em muitos anos. E extremamente político

Sérgio Gomes da Costa, BLITZ

As razões para a entrada no espetro político são várias, tendo havido dois acontecimentos que tornaram o álbum bastante atual: o Brexit e Donald Trump. Surgiram já na fase de gravações, pelo que não foram a razão desta tomada de posição, mas a verdade é que se intrometeram na vida de todos os elementos da banda, dado que Martin Gore e Dave Gahan vivem nos Estados Unidos e Andy Fletcher vive em Inglaterra.

Curiosamente, o lançamento do álbum foi antecedido de um incidente político. Semanas antes, Richard Spencer, supremacista branco americano, afirmou que os Depeche Mode eram a banda oficial do movimento Alt-Right. O grupo reagiu imediatamente, demarcando-se dessa fação política e acrescentando um ou outro insulto ao autor da frase. O certo é que esse episódio deu vigor ao sentimento dos Depeche Mode e reforçou a vontade de falarem sobre o álbum que tinham em mãos, bastante mais atento à realidade global do que tem sido costume.

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