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Duas horas de segredo, um “bacalhau” firme, um Trump honrado

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As perguntas sobre o que se terá passado no primeiro encontro entre Putin e Trump multiplicam-se - os dois reuniram-se durante mais de duas horas, muito mais tempo que o previsto, num encontro à margem da cimeira do G20. Nos cumprimentos, o clima foi caloroso: “Senhor Putin, é uma honra estar consigo”

Lá fora, centenas de manifestantes juntavam-se, tentando bloquear as ruas que dão acesso ao Messehallen Convention Center – palco para a cimeira do G20 que arrancou esta sexta-feira, em Hamburgo -, e queimando carros e contentores do lixo. Lá dentro, onde os políticos que representam dois terços da população mundial começavam a cumprimentar-se, um clima bem mais pacífico e cordial estabelecia-se entre os dois homens mais vigiados da cimeira: Donald Trump e Vladimir Putin.

“Senhor Putin, é uma honra estar consigo”: a primeira frase a fazer manchetes nos jornais dos dois lados do Atlântico veio da boca de Trump, sentado ao lado de Putin para uma primeira sessão de fotografias, pelas 15h30 de Lisboa (16h30 na Alemanha). Exibindo um largo sorriso, Trump apressou-se a assegurar que tudo corre bem entre si e o homólogo russo, por entre as acusações de conluio entre Moscovo e a sua campanha presidencial que têm manchado o início do seu mandato como Presidente.

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