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Trump, Kim Jong-un e a “diplomacia do hambúrguer”

O líder norte-coreano festejando, com cientistas e técnicos, o lançamento com êxito do míssil intercontinental

reuters

Há quem defenda que, perante o falhanço das sucessivas sanções contra a Coreia do Norte e dado o recente progresso do regime no desenvolvimento de mísseis de longo alcance, a Administração norte-americana não tem outra hipótese a não ser dar início a conversações diretas com Pyongyang

Donald Trump ainda não tinha tomado posse como Presidente dos Estados Unidos quando, ao terceiro dia deste ano, garantiu no Twitter que a Coreia do Norte nunca terá uma arma nuclear capaz de atingir solo norte-americano. “A Coreia do Norte acabou de declarar que está nas fases finais de desenvolvimento de uma arma nuclear capaz de atingir partes dos EUA. Isso nunca vai acontecer!” Meio ano depois, e pela primeira vez, Pyongyang anunciou na terça-feira que testou o seu primeiro míssil balístico intercontinental (MBI).

O engenho, batizado com o nome, Hwasong-14, voou durante 37 minutos, atingindo uma altitude máxima de 2802 quilómetros e percorrendo uma distância de cerca de 930 quilómetros até atingir o seu alvo — o Mar do Japão (Mar do Leste para as duas Coreias). Especialistas norte-americanos e sul-coreanos foram rápidos a confirmar: com este modelo de míssil de longo alcance, neste momento o regime de Kim Jong-un parece capaz de atingir o Alasca.

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