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Alive, dia 1: toda a gente pensou que este homem era louco

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The Weeknd, cabeça de cartaz do primeiro dia do Alive (festival que arranca esta quinta-feira em Algés), fez um álbum tão bom que não sabe o que fazer no próximo. “Toda a gente pensou que eu era louco quando editei três discos num ano (...). Penso que estou, neste momento, no meu melhor”

O artista canadiano que o mundo conhece como Weeknd editou este ano o terceiro longa-duração – sexto, se contarmos com as três mixtapes que editou em 2011 – e pela primeira vez fê-lo com a certeza de que as pessoas iam prestar verdadeiramente atenção. “Starboy” chegou às lojas depois de “Beauty Behind the Madness”, o álbum que o colocou definitivamente no mapa e o elegeu como um dos nomes mais importantes do R&B desta década.

Esses feitos não teriam sido possíveis sem canções como “Can’t Feel My Face”, “The Hills” ou “Earned It”, que fizeram mossa nas tabelas de singles um pouco por todo a parte, e o primeiro avanço do novo disco, “Starboy”, parece levá-lo em voos ainda maiores - é uma das duas parcerias com o duo eletrónico francês Daft Punk incluídas no álbum.

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