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Polícia suspeita que assalto em Tancos foi encomendado e que armas já estão fora do país

Assaltantes de Tancos deverão ter saído do país logo após o roubo do armamento

Ana BaiÃo

Investigação não tem dúvidas de que houve ajuda do interior da base militar de Tancos, embora não existam ainda suspeitos identificados. Autoridades tentam perceber se há algum tipo de ligação a um assalto num campo de tiro no sul de França, feito vinte e quatro horas depois do incidente de Tancos, e a outros dois casos ocorridos em bases militares em Lyon e Estugarda

Os investigadores da Unidade de Contraterrorismo e Crime Organizado (UNCT) da PJ e da Polícia Judiciária Militar (PJM) continuam a ouvir os militares com ligações aos Paióis Nacionais de Tancos, onde na última quarta-feira foi roubado material de guerra, incluindo 44 granadas foguete anticarro, 50 quilos de plástico PE4A, 150 granadas de mão ofensivas e 18 granadas de gás lacrimogéneo. Para já, não foram identificados suspeitos do crime, mas várias fontes próximas da investigação ouvidas pelo Expresso não têm dúvidas de que “houve ajuda do interior” da base militar.

As autoridades suspeitam que se tratou “de uma encomenda” proveniente do submundo do crime organizado. Segundo o jornal “El Mundo”, citando fontes do Governo espanhol depois de uma reunião esta segunda-feira em Sevilha entre a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa e os homólogos de Espanha, França e Marrocos, a rede que roubou as armas em Tancos estará ligada ao tráfico internacional de armas e não ao jiadismo.

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