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Macau dá dinheiro pelo nono ano consecutivo a todos os residentes permanentes e não permanentes (começa nos €588)

O cheque que todos os residentes de Macau recebem surgiu como uma forma de atenuar os efeitos da inflação

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Quem reside em Macau terá novamente direito a um cheque do Governo, independentemente de quanto ganha e sem asteriscos nem letras pequenas. Os críticos consideram a medida populista e injusta, criticando o uso que os mais ricos dão (ou não) ao dinheiro. “Distribuir dinheiro por cheque é, obviamente, uma medida populista para calar as pessoas, para receberem e agradecerem”

As boas notícias costumam chegar às caixas de correio ou às contas bancárias dos residentes de Macau por esta altura do ano. Desta vez, é já a partir desta segunda-feira que começa a nova vaga de distribuição de cheques indiscriminados para toda a gente que reside naquela região, sem variações nos montantes - à exceção da variação que existe entre quem é residente permanente ou não permanente – e sem condições, asteriscos ou letras pequenas.

A medida, conhecida oficialmente como “plano de comparticipação pecuniária”, começou por ser implementada em 2008, de forma provisória e para combater os efeitos da crescente inflação sobre as famílias, mas nunca mais parou. Hoje em dia, e por muito que possa agradar a quem recebe as 9 mil patacas (980 euros), no caso de ser residente permanente da região, ou 5400 patacas (588 euros) para os residentes não permanentes, a medida nem sempre é vista com bons olhos por vozes críticas que a consideram “populista” ou uma forma ineficaz de combate à inflação e de correção de injustiças a nível social.

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