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Paulo Ferreira: “Com a mudança de direção perderam-se preconceitos desnecessários à aprendizagem e à gestão da escola”

Talvez poucas pessoas saibam que, apesar de o primeiro diretor da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional a não ter percurso profissional artístico, Paulo Ferreira, foi intérprete num grupo de danças tradicionais que difundia a cultura folclórica portuguesa, em tournées pela Ásia, em serviço oficial da Direção dos Serviços de Turismo de Macau

Foto Tiago Miranda

A chegada de Paulo Ferreira à direção da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional não foi fácil. Pelo contrário: a eleição teve de ser repetida, o mandato do antecessor está a ser investigado pelo Ministério da Educação, o ambiente do estabelecimento degradou-se. O primeiro não artista a liderar a única escola pública em Portugal a formar bailarinos profissionais tem pela frente uma tarefa de grande dimensão

Christiana Martins

Christiana Martins

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Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

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Fotojornalista

O novo diretor da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional (EADCN) tomou posse há uma semana e esta sexta-feira à noite, no Teatro Camões, em Lisboa, sobem ao palco para o espetáculo de fim de ano letivo os alunos do único centro público de formação de bailarinos profissionais em Portugal. Depois de muita turbulência para substituir Pedro Carneiro, seu antecessor, com processos judiciais pelo meio, Paulo Ferreira, 54 anos, verá da plateia o desempenho dos estudantes, sabendo que pela frente espera-o uma missão difícil.

Na sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, responde por escrito às questões colocadas e diz que leva uma mensagem tripla, de que não abre mão: “Manter o nível de excelência na educação assegurado pela escola, construir este projeto de forma partilhada de modo a que todos o sintam como verdadeiramente seu, fazer com que todos – alunos, funcionários e docentes — se sintam bem e plenamente realizados”.

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