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Suspeitos de tráfico de pessoas na Segurança Social cobravam €10 mil por imigrante

marcos borga

Grupo de funcionários da Segurança Social é suspeito de lucrar há pelo menos dois anos com a criação de números de beneficiários fictícios para imigrantes em situação ilegal. Judiciária fez 12 detenções

O esquema montado por um grupo de seis funcionários do Núcleo de Gestão do Cliente do Instituto da Segurança Social durou mais de dois anos e parecia ser quase perfeito. Em poucos minutos criavam um número de beneficiário fictício aos seus clientes, quase todos imigrantes em situação ilegal provenientes do sudoeste asiático que nunca haviam trabalhado em Portugal.

O registo na base de dados da Segurança Social era alterado, como se os imigrantes já trabalhassem no país há alguns anos com um contrato legal, sendo depois o processo de autorização de residência em Portugal selado sem levantar qualquer suspeita. Ou como explica a Polícia Judiciária em comunicado, “o modus operandi consistia na manipulação do sistema informático da Segurança Social, por meio da criação e alteração de registos na base de dados, atribuindo números de identificação da segurança social fraudulentos a cidadãos estrangeiros”.

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