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SIRESP diz que “esteve à altura” e contraria carta da Proteção Civil a Costa

nuno botelho

Versão apresentada esta terça-feira pelo Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) contraria explicações anteriores da Proteção Civil e garante que não houve qualquer interrupção na rede. “Esteve à altura da complexidade do teatro de operações”. Caixa negra da Proteção Civil contempla dados bem diferentes

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) admitiu sexta-feira a existência de falhas na rede de comunicações do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) durante os quatro dias do incêndio em Pedrógão Grande, que queimou 50 mil hectares e matou 64 pessoas.

Numa carta enviada ao primeiro-ministro, o presidente Joaquim Leitão escreveu: “Poder-se-á inferir que, desde as 19h45 do dia 17 de junho até ao dia 20 de junho, se verificaram falhas na rede SIRESP no TO (Teatro de Operações). Por forma a minimizar as falhas da rede SIRESP, foram utilizadas as comunicações de redundância, nomeadamente REPC - Rede Estratégica de Proteção Civil e ROB - Rede Operacional de Bombeiros, conforme se pode constatar na fita do tempo do sistema SADO (Sistema de Apoio à Decisão Operacional)”.

Esta teoria é agora contrariada pelo SIRESP, que não admite a existência de qualquer falha.

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