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O que os políticos já nos prometeram no combate aos incêndios

O primeiro-ministro, António Costa, e a ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, em Pedrógão Grande, na altura dos incêndios

Miguel A. Lopes / Lusa

O último grupo de trabalho criado pelo Governo há quase um ano visa “tratar, de uma vez por todas, da prevenção estrutural e de fazer a reforma da nossa floresta”, segundo disse a ministra da Administração Interna. Será? Para trás, ficam anos de promessas

Apostar na prevenção, limpar e reformar a floresta, reforçar os meios dos bombeiros, criar uma única entidade que trate da prevenção e do combate ou olhar para o ordenamento do território. Há anos que os rescaldos dos incêndios trazem novas conclusões, novas promessas e novos grupos de trabalho no Parlamento, mas muito tem ficado no papel, em torno de discussões sobre a “temática” ou a “problemática” dos incêndios florestais.

Uma das últimas promessas chegou no ano passado, depois dos incêndios do verão. A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, anunciou a criação o grupo de trabalho, composto pelos ministérios da Agricultura, do Ambiente, da Administração Interna e da Justiça, deixando uma certeza. E qual o seu objetivo? “Tratar, de uma vez por todas, da prevenção estrutural e de fazer a reforma da nossa floresta”. A garantia foi dada há quase um ano, em agosto do ano passado, no rescaldo ainda quente dos graves incêndios no Funchal.

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