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Militares abrem fundo solidário para arguidos dos Comandos que o Exército não pode defender

Tiago Miranda

Conta aberta “já recebeu 500 contribuições e, dessas, 40 ou 50 são de civis”. Seis militares já pediram para recorrer ao dinheiro. Processo da morte de dois instruendos do curso 127 tem entre os arguidos oito oficiais, nove sargentos e três praças. Este sábado, a edição semanal do Expresso publica uma reportagem sobre os polícias militares que estão a investigar o caso

Tiago Miranda

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Para ajudar nas despesas com advogados dos militares que são arguidos no processo das mortes dos recrutas dos Comandos do curso 127, a Associação dos Oficiais das Forças Armadas criou uma conta solidária na Caixa Geral de Depósitos (CGD). “Como os militares não estão a ser apoiados pelo Estado, como diz a lei, e ganham mal — como toda gente —, decidimos criar esta conta para apoiar todo os envolvidos no processo judicial. Até porque é um caso muito complexo e pode arrastar-se no tempo”, explica ao Expresso o tenente-coronel António Mota, presidente da associação.

Inicialmente, o fundo solidário foi criado apenas para auxiliar os oficiais, mas entretanto decidiram alargar a todos os militares envolvidos neste caso. “Como somos unidos, achámos que fazia sentido que pudesse também ser usada pelos sargentos e praças.” A conta tem neste momento quatro mil euros e já seis militares pediram para recorrer ao dinheiro: quatro oficiais e dois sargentos.

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