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E Mariana Alcoforado fez-se ópera

Neuza Magalhães

Nos últimos seis meses, o Convento dos Capuchos foi palco de uma residência artística que teve uma ópera como resultado. Composta por Amílvar Vásques-Dias, nela participam 22 profissionais e 84 amadores, entre os 13 e os 70 anos

São 22 profissionais e 84 amadores os que participam na ópera “Soror Mariana Alcoforado”, que esta sexta-feira, 16 de junho (e com repetição a 17 e 18), tem marcada a estreia mundial no Convento dos Capuchos. Nesse momento, chegará ao fim um processo posto em marcha há seis meses, quando a Câmara Municipal de Almada e a Musicamera Produções encomendaram a obra ao compositor Amílcar Vasques-Dias e abriram as portas daquilo a que chamaram “residência artística para a construção de uma ópera”.

“Um projeto como este não depende dos resultados, mas também da importância do processo. Um não existe sem o outro“, explica Brian MacKay, o diretor musical e coral que desde janeiro está a trabalhar com os músicos ao lado de F. Pedro Oliveira e Aldara Bizarro, responsáveis pela encenação e o movimento. Das mais de 70 pessoas que apareceram nas quatro audições, cerca de 30 foram escolhidas, e destas ficaram 22, com idades a oscilarem entre os 13 e os 70 anos. Porém, a comunidade participa também na elaboração dos figurinos, dos vídeos — está presente em toda a parte técnica, lado a lado com os profissionais.

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