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Quotas ou poder ao condomínio? Portugueses completamente divididos sobre o alojamento local

ilustração joão carlos santos

Pouco separa quem concorda e quem não concorda com a proposta socialista de fazer o alojamento local estar dependente de autorização do condomínio, de acordo com a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC. O mesmo acontece com a proposta do BE para introduzir quotas de habitação

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

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Jornalista

Carlos Esteves

Carlos Esteves

infografia

Infografico

João Carlos Santos

João Carlos Santos

ilustração

Fotojornalista

Os portugueses estão divididos no que toca às propostas dos partidos para regular o alojamento local. Pouco separa os que concordam em fazer o alojamento local estar dependente de autorização do condomínio (43,3%) dos que não concordam com essa possibilidade (44,4%), mostra o barómetro de junho da Eurosondagem.

A esta mesma pergunta, sobre se concordam ou não com esse papel dos condomínios, 12,3% dos portugueses não responderam ou não sabiam. No final do mês de maio, o PS anunciou que iria apresentar uma proposta para que seja obrigatório a assembleia de condóminos autorizar o titular da exploração do estabelecimento a exercer a atividade numa fração do edifício. Esta proposta divide, no entanto, os próprios socialistas.

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ficha técnica

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 1 a 7 de junho de 2017. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,0%) — A.M. do Porto (14,7%); Centro (28,8%) — A.M. de Lisboa (26,6%) e Sul (9,9%), num total de 1010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1179 tentativas de entrevistas e, destas, 169 (14,3%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,5%; masculino — 48,5%) e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 17,8%; dos 31 aos 59 — 49,5%; com 60 anos ou mais — 32,7%). O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.