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650 eleições para escolher o Governo do Brexit

Foto REUTERS/Marko Djurica

As legislativas antecipadas de amanhã vão ser mais renhidas do que Theresa May previa. O trabalhista Jeremy Corbyn fez uma campanha de resistência que pode moderar a dimensão à provável vitória da primeira-ministra

Este ano não houve abertura solene do ano parlamentar no Reino Unido. As legislativas antecipadas de amanhã, marcadas pela primeira-ministra Theresa May em abril, impediram que se realizasse em maio, como é habitual, a cerimónia em que a rainha lê o discurso que o Governo lhe preparou. Teve de ser adiada para junho, já com nova composição parlamentar mas com menos pompa, desta vez, por falta de tempo para ensaiar tudo.

Ficámos, pois, sem a “boca” que o trabalhista Dennis Skinner costuma mandar no momento em que o emissário de Isabel II vai à Câmara dos Comuns convidar os deputados a juntarem-se à monarca na Câmara dos Lordes. Se no ano passado o veterano de 85 anos mandava o Executivo “tirar as mãos da BBC”, em 2015 previu “a última resistência” da coligação no poder, que juntava os conservadores de David Cameron e os liberais democratas de Nick Clegg.

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