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Grupo que detém “Maria” e “Nova Gente” ignora dívidas a trabalhadores no Brasil

nuno botelho

Administração da Impala faltou a todas as audiências já realizadas nos tribunais brasileiros - e não pagou uma única parcela das 10 prometidas. Em Portugal, a editora DescobrirPress, através da qual a Impala publica títulos como a “Maria” ou a “Nova Gente”, teve de renegociar com os credores um Plano Especial de Revitalização (PER) para evitar a falência por dívidas na ordem dos €50 milhões. Fisco, Segurança Social, Luís Figo e Manuela Moura Guedes estão entre os credores

O grupo Impala está a ser julgado à revelia no Tribunal de Trabalho do Rio de Janeiro por incumprimento do acordo feito em 2015 com os trabalhadores da sua sucursal no Brasil, aquando do encerramento da empresa, para pagar os vencimentos e outras remunerações que tinha em atraso.

Em causa estarão, segundo as informações recolhidas pelo Expresso, dívidas superiores a 200 mil euros, referentes a ordenados, subsídios de férias, despesas, horas extraordinárias e indemnizações aos nove funcionários que na altura tinham vínculo com a empresa.

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