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A linha que separa a perceção de fraude em Portugal

É nítida a divisão regional: a verde é onde a perceção de fraude é menor, a vermelho onde é maior. “Todo o interior sente-se mais afastado do poder e de alguma forma tem a convicção de que está sempre a pagar para as pessoas no litoral.” Primeiro índice de perceção de fraude em Portugal acaba de ser divulgado

Há uma clara linha que divide Portugal no que toca à perceção de fraude. Uma linha que separa o litoral norte, descendo até ao distrito de Lisboa, como a zona onde essa perceção é menor, deixando o resto do país como a área onde a perceção é maior.

Esta é uma das conclusões apresentadas no Índice de Perceção de Fraude em Portugal (IPF), estudo desenvolvido pelo Observatório de Economia e Gestão de Fraude (OBEGEF) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e revelado esta quinta-feira.

Feito pela primeira vez, o estudo tem por referência o ano de 2016 e pretende “servir de base para avaliar a tendência nos anos seguintes”. Para comparação futura ficam pois os dados que revelam que “81% das pessoas inquiridas percecionam que, em termos gerais, a fraude aumentou (61%) ou aumentou muito (20%) no último ano”.

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