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A violência e a graça de Graça Morais

António Pedro Ferreira

A Fundação Calouste Gulbenkian inaugura ao fim da tarde desta terça-feira, em Paris, uma exposição de 80 obras de Graça Morais. Com grande unidade e baseada no desenho, a mostra realça os temas sobre os quais trabalha a artista transmontana desde os anos 1970: os seres vivos, os mitos, as metamorfoses, a ruralidade, a mulher, o homem, os animais. “A violência e a graça” é o título da exposição

Graça Morais, nascida em Vieiro, em 1948, é uma artista singular e a exposição parisiense realça essencialmente o seu traço inconfundível no desenho. Mas, ao mesmo tempo, a aparente simplicidade inicial de uma certa “atitude zen” da pintora, fiel às suas origens transmontanas, abre pistas para outros mundos e outras disciplinas, como a psicanálise.

A faceta inspiradora de romancistas e poetas, a ligação profunda da pintora a outros intelectuais portugueses, é um dos aspetos mais realçados das obras de Graça Morais que podem ser vistas a partir desta quarta-feira, 31 de maio, até 27 de agosto, na delegação da Fundação Calouste Gulbenkian na capital francesa.

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