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Grande Lisboa reforça medidas contra tsunamis

Pormenor da sinalética de emergência contra tsunamis na Praia da Batata, em Lagos. Cidades e vilas do estuário do Tejo vão seguir o exemplo

Área Metropolitana de Lisboa aposta na melhoria do sistema de aviso e de alerta de tsunamis. Ao marégrafo de Cascais juntam-se dois novos, um ao largo de Sesimbra e outro perto de São Julião da Barra (Oeiras). É um projeto-piloto, com uma sinalética própria, que poderá ser alargado ao resto do estuário do Tejo e a outras regiões do país

Os efeitos destruidores de um tsunami estão inscritos de forma pungente na História de Lisboa, com o maremoto que se seguiu ao sismo da manhã de 1 de novembro de 1755. Naturalmente, mecanismos de aviso e de alerta foram criados desde então (o primeiro em Cascais, nos finais do século XIX), os quais serão agora reforçados com a instalação de dois novos marégrafos (instrumentos que registam em permanência o fluxo e o refluxo das marés, em determinado ponto).

Para lá dos equipamentos, há também um conjunto de novas ações, no campo da informação à comunidade, para enfrentar aquele tipo de situações críticas.

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