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Michel Temer goza de 48 horas de tréguas

Temer não renuncia e desafia críticos e adversários: “Se quiserem, derrubem-me”

Foto Joedson Alves/EPA

O plenário do Supremo Tribunal vai analisar quarta-feira se suspende a investigação ao Presidente até que se realize a perícia da gravação onde se ouve Michel Temer a aprovar um suborno. O pedido da defesa serve-se de notícias da imprensa dita “amiga” mas que tal como o país está profundamente dividida “Se quiserem, derrubem-me”, desafiou esta segunda-feira Temer

A possibilidade de a gravação da conversa comprometedora entre Michel Temer e o empresário Joesley Batista ter sido montada e editada antes de ser entregue à Procuradoria Geral da República (PGR) é a principal argumento dos advogados de defesa do presidente. Em questão, está o excerto em que Temer diz :“Tem que manter isso aí”, avalizando o pagamento de uma “mesada” pelo empresário para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

O pedido da defesa foi entregue e despachado no sábado pelo juiz Edson Fachin, o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), para ser apreciado pelo coletivo. Apesar de a gravação ser considerada legal quer pela PGR quer pelo STF, a decisão de Fachin permite a Michel Temer uma ligeira folga na crise política desencadeada pelas revelações de “O Globo” na quarta-feira passada.

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