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In My Time of Dying

d.r.

Afirmou-se nos anos 90 como uma das vozes mais reconhecidas do grunge, com os Soundgarden e os Temple of the Dog, liderou a superbanda Audioslave e arriscou também uma carreira a solo. Chris Cornell tinha 52 anos e o último refrão que cantou foi ‘In My Time of Dying’, dos Zeppelin

“Súbita e inesperada”: foi desta forma que o representante de Chris Cornell, Brian Bumbery, adjetivou a morte do músico norte-americano na noite de 17 de maio, em Detroit. O líder dos Soundgarden, um dos expoentes do fenómeno grunge nos anos 90, tinha 52 anos e deixou mulher e três filhos. Cornell tinha atuado com a sua banda na cidade norte-americana poucas horas antes de morrer, partilhando inclusivamente uma mensagem nas redes sociais na qual demonstrava o entusiasmo que sentia por regressar à “rock city” para um espetáculo esgotado.

À hora de fecho desta edição, as razões da morte não são ainda conhecidas, e no comunicado enviado à Associated Press lê-se apenas que “a família vai trabalhar de perto com a equipa médica para determinar a causa”, pedindo privacidade. No entanto, a polícia de Detroit avançava à Billboard estar a investigar o caso como “possível suicídio”. Coincidência ou não, durante a última canção apresentada no concerto em Detroit, ‘Slaves & Bulldozers’, recuperada ao álbum “Badmotorfinger” (1991), Cornell cantou o refrão de ‘In My Time of Dying’ (algo como “na hora da minha morte”), dos Led Zeppelin.

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