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Desemprego em idade de pré-reforma pode tirar 13% à pensão

paulo vaz henriques

Nem sempre aceitar uma proposta de uma empresa para sair pouco tempo antes da reforma, mesmo com indemnização, é vantajoso para o trabalhador. Um estudo do Instituto BBVA de Pensões conclui que o impacto no valor da pensão de uma situação de desemprego em idade de pré-reforma (entre os 62 e os 66 anos) é significativo

É uma situação comum em Portugal. Quando as empresas pretendem reduzir o número de empregados, muitas vezes apresentam planos de rescisões voluntárias dirigidos aos trabalhadores mais velhos. O argumento é claro: podem levar dinheiro para casa – da indemnização por rescisão de contrato –, ficam algum tempo no desemprego e, depois, podem reformar-se sem grande impacto no valor da pensão. Certo? Errado, demonstra um estudo do Instituto BBVA de Pensões, que analisou o impacto de quebras na carreira contributiva – com destaque para as provocadas por situações de desemprego – na pensão que o trabalhador irá receber na reforma, em Portugal e Espanha, e que é apresentado esta quinta-feira.

O estudo “On the influence of employment-breaks on pension benefits, da autoria de Jorge Bravo (professor da Nova Information Management School, da Universidade Nova de Lisboa) e José Herce (presidente do conselho de peritos do Instituto BBVA de Pensões e antigo professor da Universidade Complutense de Madrid) conclui que o impacto no valor da pensão de uma situação de desemprego em idade de pré-reforma (entre os 62 e os 66 anos) é significativo.

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