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Chet Faker não gostava da música de Chet Faker. Por isso, voltou às origens

A má notícia é que Chet Faker deixou de ser Chet Faker. A boa notícia é que Nick Murphy, o verdadeiro nome do músico de barba ruiva por trás desse alter ego, começou finalmente a gostar da música que faz – o resultado é o EP “Missing Link”, onde a voz sempre rica se junta aos ritmos mais dançáveis: “Já não é conceptual. Parece uma redescoberta”

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Mesmo que nos últimos anos parecesse que toda a gente gostava de ouvir Chet Faker – a sua mistura de R&B e eletrónica estava na moda, a sua versão de “No Diggity” conquistava fãs e aparecia num anúncio do Superbowl e ele andava a tocar um pouco por todo o mundo, inclusivamente em Portugal –, afinal havia uma honrosa exceção à histeria coletiva à volta de Chet Faker. E a exceção é a mais improvável de todas: quem não andava satisfeito com a música de Chet Faker era o próprio Chet Faker, que não tinha vontade de “tocá-la ou ouvi-la nos headphones”.

Talvez já não seja próprio chamar-lhe assim – o verdadeiro nome do australiano de barbas ruivas é Nick Murphy e é assim mesmo que ele quer ser tratado a partir de agora, como já anunciara no Twitter em setembro passado. Não quer dizer que os fãs precisem de lamentar a morte de Chet: esta é, mais do que uma “conclusão”, uma “progressão”, e nas palavras do músico, “mais do que uma mudança no espectro musical, é um alargamento do espectro musical”. “Sei que vou para algum lado mas ainda não cheguei lá e não estou bem onde estava antes”, explicava à ABC.

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