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Sondagem: 47,8% dos portugueses concordam com eleições primárias abertas nos partidos

As únicas eleições primárias que existiram em Portugal foram as do PS, a 28 de setembro de 2015, que resultaram na eleição de António Costa como secretário-geral do PS e candidato a primeiro-ministro

marcos borga

Em particular sobre o caso do PSD, 46,7% dos portugueses acham que o partido devia fazer primárias, como fez o PS. A sondagem questiona ainda os portugueses sobre a utilidade do relatório sobre a dívida feito pelo PS e BE

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

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Jornalista

Sofia Miguel Rosa

Sofia Miguel Rosa

infografia

Jornalista infográfica

Permitir que os militantes e simpatizantes dos partidos possam escolher os seus candidatos a primeiro-ministro em eleições primárias abertas parece ser uma boa opção, aos olhos de 47,8% dos portugueses. É o que mostra o barómetro de maio da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, conhecido esta sexta-feira.

À pergunta sobre se os portugueses concordam com eleições primárias abertas para que os partidos escolham os seus candidatos, 35,4% dos inquiridos responderam que não e 16,8% não sabiam ou não responderam.

FICHA TÉCNICA
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 3 a 10 de Maio de 2017. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,1%) — A.M. do Porto (13,5%); Centro (29,9%) — A.M. de Lisboa (26,5%) e Sul (10%), num total de 1005 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1184 tentativas de entrevistas e, destas, 179 (15%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,8%; masculino — 48,2% e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 17,9%; dos 31 aos 59 — 49,8%; com 60 anos ou mais — 32,3%. O erro máximo da amostra é de 3,09%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

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