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Tolerância de ponto para ver o Papa dá confusão política na Madeira

ana baião

Miguel Albuquerque não dispensa funcionários públicos. Mas em ano de eleições autárquicas, duas câmaras da oposição vão furar a posição do Governo regional

Marta Caires

Jornalista

O governo da Madeira não dá tolerância de ponto na próxima sexta-feira, 12 de maio, por entender que a descontinuidade territorial não justifica uma folga aos funcionários públicos. Já a Câmara do Funchal e a Câmara de Santana consideram a véspera da visita do Papa um momento importante e vão dar meio dia de descanso a quem trabalha para os dois municípios. No caso, a parte da tarde de sexta-feira.

A decisão de Miguel Albuquerque gerou polémica por causa do argumento usado, o da descontinuidade territorial entre a Madeira e o continente, facto que, segundo o presidente do Governo, dificulta a participação nas cerimónias em Fátima. Os defensores da tolerância de ponto lembram que existe um subsídio às viagens aéreas para compensar essa descontinuidade, logo a folga fazia todo o sentido.

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