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Leslie Feist construiu um alpendre

O que há de semelhante na dor e no prazer? De acordo com Leslie Feist, mais do que parece: só depende de cada um decidir qual é a face da moeda que vai alimentar. A epifania da cantora indie que há dez anos foi relutantemente catapultada para o estrelato é explicada de uma ponta à outra no novo disco, “Pleasures”: Eu estava a viver em extremos / E em tudo o que isso significa”

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Se calhar, quando começar a ler este texto não vai perceber a relevância desta informação, mas queremos contar-lhe que Leslie Feist construiu um alpendre. O prazer de trabalhar com carpintaria, de sentir as coisas a formar-se nas suas mãos, tangíveis e objetivas, deu-lhe uma perspetiva que a sua música, que a acompanha desde que tinha 15 anos e cantava numa banda punk, não era capaz de lhe dar. E se um trabalho convencional, daqueles das 9 às 5, fosse o melhor para si?

Felizmente para nós, as dúvidas desapareceram da cabeça de Leslie para dar lugar às ideias que fundam este “Pleasures”, o quinto disco da artista indie candiana conhecida simplesmente como “Feist”. E para ela também, uma vez que, como explica, as canções sempre estão na sua vida por alguma razão e não apenas por um acaso no seu tempo de adolescente: “Aqui estou, a viver a minha vida, e as minhas canções acontecem para me ajudar a compreendê-la”.

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