Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Mais de 400 recém-nascidos estão sem médico de família só em Lisboa

António Pedro Ferreira

Apesar de a legislação prever que nenhuma criança fique privada de médico de família, a falta de clínicos impede que o objetivo da lei seja cumprido

Mafalda Ganhão

Mafalda Ganhão

texto

Jornalista

António Pedro Ferreira

António Pedro Ferreira

foto

Fotojornalista

Foi uma promessa ainda do executivo de Pedro Passos Coelho, que viria a ganhar forma de lei em setembro de 2016, já com António Costa como primeiro-ministro. A inscrição automática de todos os recém-nascidos num médico de família insere-se no âmbito dos projetos “Nascer Utente” e “Notícia Nascimento”, mas na prática a falta de clínicos tem significado que nem todos os bebés têm médico atribuído.

No Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lisboa Central, o total de recém-nascidos nessa situação ascende a pelo menos a 431, a maior parte dos quais na unidade da Alameda (125). São dados da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, com referência ao dia 11 de abril de 2017. Na lista dos centros com mais bebés sem médico de família segue-se o das Mónicas (80), o dos Olivais (77) e da Penha de França (57). O Expresso solicitou ao Ministério da Saúde dados nacionais, que não foram fornecidos.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)