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Nós, os jornalistas, registamos a coragem dos heróis anónimos, pessoas que se desnudaram em sinónimo de pureza

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3 de maio é dia mundial da liberdade de imprensa. 3 de maio de 2017 é mais um dia de convulsão na Venezuela. María Fernanda Rodríguez, jornalista venezuelana do “Caraota Digital”, explica como se pratica a liberdade de relatar o mundo num espaço onde existe mundo mas não liberdade

María Fernanda Rodríguez, jornalista venezuelana do “Caraota Digital”

A Venezuela é um país onde se julga e agride aqueles que pensam de forma diferente. É um território onde se ataca e se detém quem procura informar sobre a contínua violação dos direitos humanos de todos os cidadãos. Lamentavelmente, a prática do jornalismo tornou-se um campo de batalha entre os meios de comunicação que cobrem a violência nas ruas, por parte do Estado, e aqueles que permanecem sob a sombra da censura e autocensura.

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