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O dia em que Costa negou três vezes

marcos borga

Pedro Passos Coelho voltou a enfrentar o primeiro-ministro. No debate quinzenal, o líder do PSD quis saber as razões pelas quais o Governo recusou nomear duas personalidades para o Conselho de Finanças Públicas sugeridas pelo Banco de Portugal e pelo Tribunal de Contas. O tom subiu no plenário. “A resposta do senhor primeiro-ministro é uma piada sem qualquer adequação ao Parlamento”, disse Passos. “Eu nem percebo qual é a sua lógica”, respondeu Costa. À esquerda, tudo corre sobre rodas

Rosa Pedroso Lima

Rosa Pedroso Lima

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Jornalista

Depois de um intervalo de dois debates parlamentares, Pedro Passos Coelho voltou a ser a voz dos sociais-democratas no despique com o primeiro-ministro. E o ambiente voltou a toldar-se, tal como aconteceu no passado dia 10 de março, altura em que se ouviram no plenário acusações tão duras como “desfaçatez”, “desonestidade” ou mesmo “bancada ressabiada”.

Desta vez, os adjetivos podem ter sido mais suaves, mas não o tom. Passos Coelho trazia uma pergunta na manga, queria interrogar o primeiro-ministro sobre as razões que levaram o executivo a chumbar os nomes propostos pelo Banco de Portugal e pelo Tribunal de Contas para integrarem o Conselho de Finanças Públicas. Queria respostas, mas não teve.

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