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Joaquim Franco: “Na revolução do Papa Francisco pode haver um retrocesso. Mas aí teremos um drama grave na Igreja, com estragos”

Nuno Fox

Pode não ser uma revolução irreversível, mas o pontificado do Papa Francisco tem uma dinâmica imparável. Se for revertida, fará sempre estragos, diz Joaquim Franco, coautor do livro “Papa Francisco. A Revolução Imparável”

“Papa Francisco. A Revolução Imparável”, livro dos jornalistas António Marujo e Joaquim Franco, é lançado na tarde desta segunda-feira, em Lisboa (na Igreja do Convento de São Domingos). A cerca de três semanas do centenário de Fátima, que trará o Papa a Portugal, o olhar de dois autores que desde há muitos anos acompanham o fenómeno religioso. A poucas horas da apresentação da obra (pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa), Joaquim Franco falou ao Expresso.

Em que planos é que o Papa já avançou mais na sua revolução?
O primeiro sinal vem logo com a sua atitude. Na história da Igreja, esse é um passo sem o qual não há mudança. Para o Papa Francisco, as normas e a doutrina são uma guia, uma orientação, que permitem uma caminhada. Mas o Papa é também um homem de governo, como experiência, como bispo de Buenos Aires. E nesse plano também criou mecanismos para governar, onde há sinais dessa revolução...

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