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Um ataque terrorista que pode mudar as eleições

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O ataque que matou um polícia nesta quinta-feira, em Paris, veio trazer o Daesh de novo à discussão política, escassos dias antes das eleições presidenciais. O primeiro-ministro acusa Le Pen de ver o ataque como “uma oportunidade”, enquanto são reforçadas as medidas de segurança para a ida às urnas

Dificilmente se poderia arquitetar um plano mais poderoso ou que chamasse mais atenções, defende a imprensa francesa. Afinal, o ataque desta quinta-feira, em Paris, reuniu todas as condições para fazer notícia, o principal objetivo dos grupos terroristas: aconteceu na avenida Champs Elysées, provavelmente a mais famosa da capital francesa, foi dirigido diretamente a agentes da polícia e foi desencadeado apenas três dias antes de uma eleição presidencial que desde há meses promete ser renhida.

“O timing do ataque em si é significativo, porque isto vai ajudar a garantir que o grupo está no centro do discurso político em França”, explica Michael S. Smith, especialista em terrorismo e nas operações do autoproclamado Estado Islâmico (Daesh), citado pelo “The New York Times”. Se esse é o objetivo, parece atingido com êxito: afinal, desde as nove horas da noite desta quinta-feira, quando o ataque ocorreu, que os candidatos à presidência francesa estão em alvoroço e apresentam estratégias para derrotar o grupo que está de novo em destaque nas notícias.

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