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Vacinação obrigatória sem apoio dos partidos para já

mário joão

Os partidos são unânimes na vontade de ouvir especialistas e abrir um debate “sereno” sobre vacinação em Portugal como ponto de partida. Quanto à obrigatoriedade, ainda está em aberto. PSD e BE são os que mais dúvidas manifestam quanto à eficácia dessa imposição. PCP admite que essa possibilidade seja discutida, mas “rejeita liminarmente” a existência de uma punição

Há uma pergunta que tem sido levantada nos últimos dias: deve toda a vacinação tornar-se obrigatória (atualmente há duas vacinas obrigatórias: contra a difteria e o tétano)? As respostas dos partidos têm um ponto em comum: é preciso primeiro lançar um debate sério e “sereno” sobre o assunto. Mas PSD e BE são os que mais dúvidas manifestam sobre a eficácia da obrigatoriedade como solução, enquanto os restantes partidos admitem que o assunto deva ser debatido para que depois se perceba qual o caminho a seguir.

“Tratando-se de uma questão de saúde pública, o PCP está disponível para o debate em torno da obrigatoriedade da vacinação”, afirma Carla Cruz, deputada comunista, acrescentando que será preciso ouvir entidades de saúde pública e especialistas. O pontapé de saída desse debate será ouvir o diretor-geral da Saúde, Francisco George, chamado ao Parlamento.

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