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“O único medo das pessoas é o de continuarem por mais 17 anos com esta realidade”

Os manifestantes respondem, como podem, ao gás lacrimogéneo da polícia

Foto Carlos Eduardo Ramirez

A Venezuela vive uma das maiores crises económicas da sua história. Falta quase tudo, medicamentos, comida, uma vida com qualidade. Os venezuelanos estão cansados do chavismo - que dura há 17 anos - e clamam por mudança. Nos últimos dias saíram à rua, e mais de 400 manifestantes antigoverno foram detidos. O Expresso falou com dois jornalistas que relatam a violência que esta quarta-feira fez três mortos num país em convulsão

“Sente-se uma mudança em relação a 2012, quando havia muita gente a favor da Revolução Bolivariana. Agora é diferente.” Agora, a crise chegou a tal ponto que, ainda que as pessoas não quisessem protestar, têm de o fazer, porque perderam toda a qualidade de vida.

Quem o diz é Maria Fernanda Rodriguez, jornalista do jornal online venezuelano Carota Digital. Maria recua a esse ano em que o antigo Presidente Hugo Chávez disputou as eleições acabando por vencer o líder da oposição Henrique Capriles, recentemente obrigado a afastar-se da vida política por um período de 15 anos. O Governador de 44 anos, que concorreu por duas vezes à presidência do país, acusou o Governo de estar a impor uma ditadura.

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