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“Hard Brexit” ou saída branda? Parlamento confirma “uma espécie de segundo referendo” a 8 de junho

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A primeira-ministra britânica apanhou quase todos de surpresa quando na segunda-feira propôs antecipar as eleições de 2020 para o próximo dia 8 de junho. A jogada, contudo, foi ponderada e pode acabar por lhe dar um mandato forte para os próximos dois anos de duras negociações com Bruxelas, agora que o Parlamento já deu luz verde para a ida às urnas dentro de seis semanas

Quando, há dois dias, Theresa May anunciou a intenção de convocar eleições antecipadas para 8 de junho, apenas uma semana antes do primeiro aniversário do referendo ao Brexit, Jeremy Corbyn prometeu que vai “fazer tudo o que há a fazer” para reverter o atual rumo do Reino Unido e poder ser ele a formar governo.

O líder dos trabalhistas, como quase todos dentro e fora do país, foi apanhado de surpresa pelo anúncio da primeira-ministra. Desde que sucedeu a David Cameron, após a demissão do então chefe do governo no rescaldo da vitória do Brexit, May repetiu várias vezes que não ia antecipar a ida às urnas, até agora prevista para 2020, e oficialmente explicou apenas que mudou de opinião num passeio com o marido no País de Gales durante as férias da Páscoa.

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