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O retorno ao pânico, no último texto do inventor da “sociedade líquida”

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O Expresso teve acesso exclusivo ao último texto do sociólogo polaco Zygmunt Bauman, e que faz parte de um livro lançado esta quarta-feira em simultâneo em oito países, incluindo Portugal

“Quando um número crescente de pessoas escuta as trombetas, fica inquieta e se põe em fuga, há duas perguntas que se pode, se deve e, de facto, se costuma fazer: de onde é que estas pessoas estão a fugir? E para onde é que elas estão a fugir?”

É deste modo interrogativo, e parafraseando um conto de Franz Kafka, que começa o texto “Sintomas em busca de um objecto e de um nome”, de Zygmunt Bauman. O último que o famoso sociólogo polaco nascido em Poznan e a partir dos anos 70 professor na Universidade de Leeds, no Reino Unido, escreveu antes de morrer, em janeiro, aos 91 anos.

O Expresso leu-o em primeira mão, assim como teve acesso ao livro “O Grande Retrocesso”, onde se insere ao lado de 15 textos de autores de nacionalidades diversas, tais como Arjun Appadurai, Donatella della Porta, Nancy Fraser, Ivan Krastev, Bruno Latour, Pankaj Mishra, Van Reybrouck, António Costa Pinto e Slavoj Zizek, entre outros.

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