Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Bloco e PCP sobem tom das exigências no IRS e no salário mínimo

Mário Centeno, Pedro Nuno Santos e Pedro Marques representaram o Governo no debate desta tarde no Parlamento

josé carlos carvalho

BE e PCP criticam estratégia "errada" de "poupança forçada" prevista no Programa de Estabilidade para garantir a imagem de "bom aluno" em Bruxelas. E deixam avisos sobre os compromissos assumidos à esquerda: o salário mínimo tem de chegar já aos 580 euros em 2018 e a revisão de escalões de IRS não pode ser apenas "simbólica"

Adriano Nobre

Adriano Nobre

texto

Jornalista

José Carlos Carvalho

José Carlos Carvalho

fotos

Fotojornalista

O Bloco de Esquerda e o PCP assumiram esta tarde a sua oposição à estratégia delineada pelo Governo no Programa de Estabilidade, criticando de forma dura os cenários em que os partidos dizem não se rever. Nomeadamente no que o BE rotulou de "poupança forçada" que levará o Estado a ter "um lucro de 5%" até 2031, "utilizado para pagar juros à custa de investimento publico". "Está tudo errado", sentenciou a deputada Mariana Mortágua.

O raciocínio da deputada bloquista teve por base a constatação de que o Programa de Estabilidade prevê que a despesa pública cresça "abaixo do PIB" até 2021. "Nos próximos cinco anos o Estado vai gastar 19 mil milhões de euros abaixo do que seriam as suas possibilidades. Para quê tanta poupança forçada? Para chegar a 2021 com um saldo primário de 10,7 mil milhões", exemplificou Mariana Mortágua, criticando novamente a estratégia de "chegar a Bruxelas como bom aluno", que "impede o país de gastar o que precisa na devolução de rendimentos, que é o que tem feito o país crescer".

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)