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No calçado acaba a desigualdade de género (ou talvez não)

O Governo diz que a fileira do calçado é um "farol de inovação" na sequência da assinatura do acordo de igualdade de género

Lucília Monteiro

A Associação dos Industriais do Calçado fala em “acordo histórico”. A frente sindical admite que as coisas estão a melhorar, mas sabe que continuará a haver diferenças. Os empresários preferem dizer que a regra é distinguir o trabalhador em função do trabalho feito e não do sexo

Margarida Cardoso

Margarida Cardoso

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Jornalista

Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

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Fotojornalista

Na indústria do calçado, patrões e sindicatos negociaram um novo contrato coletivo que prevê, pela primeira vez, “igualdade remuneratória para os trabalhadores que desempenham funções do mesmo nível de classificação profissional, independentemente do género”.

É “um acordo histórico”, diz a associação sectorial APICCAPS sobre o novo contrato, assinado esta terça-feira com a FESETE (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal), na presença do ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, numa altura em que o Governo prepara penalizações para empresas que paguem menos a mulheres que a homens.

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