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FMI aumenta crescimento português em mais de 60% em seis meses

Fundo liderado por Christine Lagarde têm melhorado consecutivamente as perspetivas para o PIB nacional este ano. Mas espera uma desaceleração a partir de 2018

reuters

Em outubro, Fundo previa crescimento do PIB de 1,1%. Esta terça-feira reviu em alta o valor para 1,7%. Mas, ao contrário do governo, espera uma desaceleração a partir do próximo ano

Quando apresentou as previsões de outono do ano passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) estava pouco otimista em relação ao andamento da economia portuguesa. Nessa altura, previa crescimentos de 1% em 2016 e 1,1% este ano. Só que o PIB acelerou no último trimestre do ano passado, acabou o ano com um crescimento de 1,4% e entrou em 2017 em aceleração tendo em conta os vários indicadores que têm sido divulgados. Em fevereiro, na conclusão de mais uma missão pós-programa, o FMI reviu a projeção para o ano em curso para 1,3% e agora, com a divulgação esta terça-feira do World Economic Outlook (WEO), voltou a fazê-lo para 1,7%. Este ‘salto’ de seis décimas corresponde a uma revisão em alta de 60,1% no espaço de seis meses e acontece numa altura em que foram revistas em alta outras economias da zona euro, com destaque para a espanhola, ainda que menos do que no caso português.

Em qualquer caso, a revisão portuguesa destaca-se claramente no plano europeu e a nova previsão do FMI para 2017 fica praticamente alinhada com os 1,8% que o governo inscreveu no Programa de Estabilidade apresentado na semana passada. Esta estimativa do ministério das Finanças foi também uma revisão em alta face aos 1,5% de crescimento que tinham sido inscritos no Orçamento do Estado para 2017.

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