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Será que chegou a altura de dizermos adeus ao Twitter?

As críticas ao Twitter não são novas – os poucos caracteres, as ofensas discriminatórias e os anúncios que interrompem a cronologia são queixas recorrentes. Para combater tudo isto, chegou o Mastodon – que é quase o mesmo que dizer o Twitter 2.0, uma plataforma alternativa que copia as partes boas e corrige o que irrita os utilizadores (pelo menos é o que anuncia). E tem-se dito que todos os miúdos “cool” estão a mudar para lá

Uma confusão frenética de mensagens, misturadas com screenshots e longas listas de textos curtos, numerados, que tentam concluir uma ideia ou raciocínio. Muitos, muitos pequenos textos sobre Trump – mas também muitos ataques, piadas consideradas ofensivas por boa parte dos utilizadores, conflitos sobre o que é ou não aceitável e um mar de trolls virtuais. Anúncios, muitos anúncios. E cronologias que deixaram de ser cronológicas, tal como aconteceu no Facebook e no Instagram: bem-vindos ao Twitter versão 2017.

Esta é a descrição do que o Twitter é hoje, modificado em boa parte por interesses comerciais e a necessidade de fazer dinheiro numa altura em que as redes sociais se criam à velocidade da luz. Mas e se todos esses problemas pudessem ser resolvidos por uma plataforma só – uma plataforma quase como o Twitter, com o aspeto e os ícones do Twitter, mas sem o frenesim, os ataques, os trolls, os anúncios (e, já agora, que permitisse escrever um pouco mais do que 140 caracteres por mensagem)?

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