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O milagre segundo Teodora Cardoso

Análise do Conselho das Finanças Públicas às contas de 2016 permite identificar alguns dos segredos do défice de 2,1%. Alguns estavam previstos, outros foram surpresas. Sem receitas extraordinárias, o saldo seria de 2,5% do PIB. O documento acaba de ser conhecido

João Silvestre

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Jornalista

Tiago Miranda

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Fotojornalista

Teodora Cardoso foi bastante atacada pelos partidos que apoiam o governo pelas suas declarações sobre o ‘milagre’ do défice de 2,1%

Teodora Cardoso foi bastante atacada pelos partidos que apoiam o governo pelas suas declarações sobre o ‘milagre’ do défice de 2,1%

tiago miranda

A presidente do Conselho das Finanças Públicas (CFP) esteve recentemente no centro de uma polémica quando, em entrevista ao “Público” e à Renascença, admitiu – sem usar diretamente a palavra – que para o défice conseguido em 2016 tinha havido um milagre. “Até certo ponto, houve”, disse então Teodora Cardoso a propósito do valor de 2,1% anunciado pelo governo.

Na altura, ainda o Instituto Nacional de Estatística (INE) não tinha divulgado o valor oficial do défice que veio a fixar-se precisamente naquele valor. Pode até ser revisto em baixa para 2%, adiantou Marques Mendes na SIC.

Agora o CFP analisou ao pormenor as contas de 2016, o que permite identificar em detalhe como chegou o governo àquele resultado que bateu não apenas as exigências de Bruxelas mas também a própria meta original do Orçamento do Estado para 2016, que era de 2,2%. Há pelo menos cinco razões que ajudam a compreender como chegou Mário Centeno e a sua equipa das Finanças à meta de 2,1%.

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