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Comunistas enumeram os três pontos de choque com o Governo

Foto paulo novais/lusa

Novo Banco, proteção das longas carreiras contributivas na altura da reforma e legislação laboral. Eis os três pontos de frição entre PCP e Governo com evolução já nos próximos episódios da vida política

Jerónimo de Sousa pôs as cartas na mesa, logo na abertura das jornadas parlamentares do PCP, que terminam, esta terça-feira, em Coimbra. Os comunistas sempre fizeram questão de manter distância em relação ao Governo de Costa, apesar do acordo de princípio que viabilizou a chegada ao poder dos socialistas, e continuam a aproveitar todas as oportunidades para marcar terreno. “A entrega do Novo Banco que o Governo do PS quer agora concretizar é a opção defendida, desde o início, pelo PSD e CDS. É a opção que prejudica o país e o povo. É a opção que o PCP rejeita”, disse o líder comunista.

A banca, tal como a Europa ou o euro, não constam da “posição conjunta” assinada à esquerda, mas à medida em que a Legislatura avança, os pontos de discórdia acentuam-se. “Para integrar o Novo Banco no sector público bancário, contam com a nossa força e a nossa iniciativa. Para entregar o banco a grupos privados e passar a fatura ao povo, sabem que contarão com a nossa oposição”, sublinhou Jerónimo de Sousa.

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