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“Uma mensagem a outras nações” que deixou o mundo em alvoroço

Parece o cenário de um filme de zombies mas é um retrato de uma Síria destruída

epa

Aliados de Bashar al-Assad prometem retaliar se a administração Trump voltar a atacar as forças sírias. EUA e restantes países do G7 reuniram-se em Itália para debater o que fazer. Esta terça, o chefe da diplomacia norte-americana é recebido em Moscovo pelo homólogo russo para um antecipado encontro que pode (ou não) definir o que vai acontecer a seguir

Qual foi o objetivo do ataque com mísseis a uma base militar das forças de Bashar al-Assad na sexta-feira? A retórica oficial já é conhecida. Quando anunciou que tinha acabado de ordenar o lançamento de 59 mísseis Tomahawk contra a base de Al-Shayra em Homs, no centro da Síria, Donald Trump falou num ato de retaliação ao ataque químico que, a meio da semana passada, provocou quase 100 mortos e 500 feridos, muitos deles crianças — e que para os EUA e os restantes governos ocidentais foi executado pelo governo sírio contra a sua própria população.

A Rússia, grande aliada de Assad que, suspeita-se, também tem mantido uma relação muito próxima com a equipa de Trump, tinha pedido que primeiro se apurassem as verdadeiras responsabilidades por aquele ataque, mais um numa longa lista de ofensivas com armas químicas proibidas ao longo dos últimos seis anos de guerra civil na Síria.

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