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A avalanche do medo

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As informações contradizem-se, os únicos sons que chegam da rua são os das sirenes e a população continua com as portas trancadas. A comunidade portuguesa em Estocolmo fala ao Expresso num clima de medo: “Estamos a tentar ir buscar os nossos filhos às escolas”. Um camião atacou e matou pelo menos três pessoas e feriu várias outras na capital sueca, esta sexta-feira. Quem lá estava diz que foi uma avalanche

O estado é de agitação, numa altura em que os únicos sons que se ouvem da rua são os das sirenes da polícia e as hélices dos helicópteros. As informações contradizem-se, e uma das poucas que se confirmam é a recomendação para a população ficar em casa e evitar sair à rua ou juntar-se a grandes multidões. De resto, fica o medo – e a tentativa de perceber o que se está a passar fora de quatro paredes.

O sentimento de confusão instalou-se precisamente a partir das 14h53 (hora local, menos uma em Lisboa), com uma notícia que nos últimos tempos soa tristemente familiar na Europa, a lembrar os casos recentes de Nice e Westminster, Londres: um camião azul de grandes dimensões avançou sobre a montra de uma loja na concorrida rua pedonal de Dtrottnigattan, no centro de Estocolmo, atingindo várias pessoas e deixando a Suécia em alerta.

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