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Os inéditos do falso fácil

No dia em que chega às livrarias portuguesas “Poesias Completas & Dispersos” de Alexandre O'Neill, a organizadora do extenso volume, Maria Antónia Oliveira, investigadora e biógrafa do escritor, fala ao Expresso sobre a obra, que inclui sete poemas inéditos (pode ouvir dois deles neste artigo)

O poeta, com uns óculos em forma de bicicleta, fotografado por um dos seus filhos

O poeta, com uns óculos em forma de bicicleta, fotografado por um dos seus filhos

Foto Alexandre Delgado O'Neill

Como publicitário, criou alguns dos slogans mais famosos, como “Há mar e mar, há ir e voltar”, das campanhas de prevenção dos afogamentos na época balnear. Do mar, veio-lhe também a inspiração para a letra do fado “Gaivota”, que Amália cantou e celebrizou. Apesar disso, dizia-se um “poeta fora de moda”, cujo estilo era “não ter estilo nenhum”. Mais de três décadas depois da morte de Alexandre O'Neill, a investigadora Maria Antónia Oliveira descobriu no espólio do autor sete poemas inéditos, incluídos na obra “Poesias Completas & Dispersos” (Assírio & Alvim), que chegou esta quinta-feira às livrarias portuguesas. Falámos com ela sobre um escritor singular.

Quem não conhece O'Neill, que poeta vai encontrar neste livro?
A leitura da poesia é para mim uma questão tão pessoal que não é fácil dizer-lhe que poeta vão encontrar.

Então reformulo a pergunta: o que a seduziu nele?

Para continuar a ler o artigo e ouvir os inéditos, clique AQUI
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