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O mistério do e-mail desaparecido contra os parquímetros em Carnide

Pequena cratera no centro histórico de Carnide de onde foi extraído um parquímetro na noite de 5 de abril

Foto Mário Cruz / Lusa Credito foto

A Junta de Carnide alertou há dois meses a Câmara de Lisboa para a "inoportunidade" da colocação de parquímetros — os mesmos que foram arrancados na noite passada — no centro histórico do bairro. Medina dizia desconhecer tal oposição, reclamando ter até um "apoio expresso" do presidente da junta

Lisboa acordou com a saga dos parquímetros de Carnide, arrancados na noite de quarta-feira do centro histórico do bairro, que fica paredes meias com o centro comercial Colombo. É uma história algo rocambolesca para os padrões normais de comportamentos coletivos na capital (a remoção foi feita após um plenário em que estiveram cerca de 200 pessoas), mas os promenores insólitos começaram muito antes.

Há cerca de três meses, numa reunião pública descentralizada, o tema foi discutido entre o presidente da Câmara e vereadores, o presidente da Junta de Carnide, e munícipes daquela freguesia.

O andamento da reunião permitiu a Fernando Medina vir agora dizer, na reação da Câmara à remoção dos 12 parquímetros da EMEL, que no encontro de 11 de janeiro teve o "apoio expresso do Presidente da Junta de Freguesia", Fábio Sousa, à instalação de parquímetros no centro histórico de Carnide.

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