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Estado brasileiro reclama 780 milhões de euros a consórcio da Galp

Galp tem 10% do consórcio que explora o campo Lula, no Brasil

d.r.

A Agência Nacional do Petróleo decidiu notificar o consórcio que explora o campo Lula, no qual a Galp tem uma participação de 10%, por alegadamente ter aplicado critérios diferentes dos previstos pelo Governo brasileiro para o pagamento de royalties. A Galp diz não identificar qualquer base legal para a cobrança

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

É um dos maiores acertos de contas de sempre que o supervisor do mercado petrolífero brasileiro aplica. E incide sobre um dos mais produtivos campos de petróleo do país. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) decidiu cobrar 2,6 mil milhões de reais, o equivalente a 780 milhões de euros, ao consórcio que explora o campo Lula, que é composto pela Petrobras (65%), Galp (10%) e Royal Dutch Shell (25%). Para a Galp pode estar em causa uma contingência de várias dezenas de milhões de euros.

O anúncio desta cobrança foi feito pela Petrobras no final da semana passada. A ANP nada revelou sobre o tema. A Galp Energia não fez em Portugal nenhum comunicado ao mercado. Em resposta a perguntas colocadas pelo Expresso sobre o potencial impacto da decisão nas suas contas, a petrolífera portuguesa afirmou que “considera ter agido sempre de acordo com as regras estabelecidas e não identifica qualquer base legal para aquilo que considera ser uma nova interpretação das regras por parte da ANP”.

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